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A tecnologia educacional (TE) é uma aliada da educação para apoiar processos de ensino e aprendizagem em diferentes contextos. Através de práticas inovadoras, é possível transformar as aulas e potencializar o desenvolvimento de competências e habilidades dos educandos.

Nossa equipe tem formações contínuas e é capacitada para desenvolver atividades e aulas nas quais o aluno é o protagonista da própria aprendizagem e as professoras são mediadoras, pois visamos ao desenvolvimento integral das crianças, enquanto seres humanos e cidadãos.

No Cláritas, utilizamos a Aprendizagem Combinada entre o on-line e o presencial, através das Metodologias Ativas, como a Aprendizagem Baseada em Projetos e Resolução de Problemas, Sala de Aula Invertida, gamificação, dentre outras, tornando as aulas mais atraentes e diferenciadas, conectando professores e alunos no processo de aprendizagem.

A partir das aulas, cada professora cria modelos de ensino personalizado baseados na aprendizagem de cada aluno, buscando promover o desenvolvimento de suas potencialidades ou detectar possíveis dificuldades.

Nossos parceiros:

  • Utilizamos as ferramentas google For Education, tendo como parceira a Foreducation EdTech.
  • Pitágoras.
  • Árvore
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Uma das maneiras mais efetivas de diversificar e estimular o desenvolvimento das crianças no processo pedagógico é por meio de atividades que fogem do padrão tradicional de ensino, como, por exemplo, aulas de culinária. Afinal, quando saímos da sala de aula e levamos os alunos para ambientes diferentes, como a cozinha, é possível aprender novos conteúdos e desenvolver diversas habilidades. De forma lúdica e prazerosa, a criança participa de atividades do conhecimento matemático, da linguagem oral e da escrita.
A culinária também tem a vantagem de iniciar discussões sobre os mais variados temas.

Por exemplo, por meio de uma aula prática com receitas e identificação de alimentos, é possível estimular a leitura de instruções e rótulos com o crescimento do vocabulário. Da mesma forma, a aula de culinária também pode ampliar o raciocínio matemático, por meio da soma de ingredientes, conhecimento sobre medidas, contagem de tempo e temperatura, entre outros aspectos.
Aulas de culinária também contribuem para que alunos se familiarizem com as propriedades nutritivas de cada alimento e, consequentemente, adquiram hábitos nutricionais mais saudáveis.

Como os alunos estão colocando a mão na massa, muitas vezes literalmente, essa é uma forma de desenvolver a coordenação motora fina e explorar texturas diferentes.

As crianças também trabalham a memória, a concentração e a paciência nestas atividades. Por exemplo, a memória na execução de receitas é essencial, já que ela envolve uma sequência de ingredientes e de ações que devem ser coordenadas em busca de um resultado comum.

O mesmo ocorre em relação à paciência no preparo de alimentos. Em geral, os resultados não são imediatos e exigem tempo de cozimento ou refrigeração. Além disso, há também o desenvolvimento da concentração nas atividades culinárias, que demandam atenção e foco para acertar medidas, formas de preparo e execução de instruções.

Vivencio na prática todas essas habilidades sendo desenvolvidas nas crianças. Vale lembrar que a culinária marca afetivamente todos nós. Quem não se recorda do cheirinho e do gosto de um bolinho de chuva feito pela vovó ou de um macarrão gostoso feito pela mamãe? Isso tudo, fica registrado na memória e nos corações de nossos alunos.

O estudo de uma segunda língua, principalmente o Inglês, já não é mais considerado opção, mas uma necessidade neste mundo globalizado.

Quando esse aprendizado acontece durante a infância, o processo se torna muito mais fácil. Isso ocorre porque, nesta fase do desenvolvimento, o cérebro da criança está mais aberto a fazer novas sinapses e conexões cerebrais. Pensando nisso, aqui no Cláritas, iniciamos as aulas de Inglês a partir dos 2 anos.

Está provado que o melhor processo de aquisição do segundo idioma é propormos o aprendizado da forma mais natural  possível.

Assim, primeiramente, a criança precisa compreender o que escuta e, também vê através de figuras, depois responder e formar frases, oralmente… e só então  começará a escrever.

No circle time, que são as rodas de conversa, estimulamos justamente a compreensão e a comunicação na língua inglesa.

Outro fato importante é o aparelho fonético que está em formação, por isso a pronúncia correta acontece mais rapidamente, e  o melhor jeito de estimulá-lo é de forma natural e ativa aplicada às necessidades diárias, através de jogos, rodas de conversa e brincadeiras. 

Para que o aprendizado ocorra, a prática da segunda língua precisa ser diária, tanto de escuta como de fala,  e foi pensando assim que nossas aulas de Inglês são diárias dentro da grade curricular.

Quando realizamos, em nossas aulas, atividades que envolvam a comunicação oral, o movimento corporal e a coordenação motora, o aprendizado se torna muito mais significativo, pois as crianças vivenciam essas práticas enquanto aprendem.

Mas o melhor de tudo é vê-las aprender Inglês brincando e se divertindo.

A criatividade é uma das habilidades contempladas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considerada essencial para o sucesso do “profissional do futuro”. Desde a Educação Infantil, nossos alunos dispõem de espaços e incentivos para nutrir e desenvolver o espírito criativo.

De que forma?

Por exemplo, nossa Escola promove diversas atividades que favorecem a autonomia e o protagonismo do aluno, por meio de jogos, brincadeiras sensoriais, atividades mão na massa, contato com a natureza e o uso consciente da tecnologia. A todo momento, eles são estimulados e aprendem por meio da experimentação, o que torna o aprendizado muito mais significativo.

Também valorizamos as diversas manifestações artísticas e culturais, encorajando-os a se expressarem livremente. Oferecemos, na grade regular, aulas de Música, Artes e Programação. Além disso, as aulas de Capoeira e de Circo também contribuem para desenvolver a criatividade e a psicomotricidade.

A partir do Jardim 2 até o 5o ano do Ensino Fundamental, contamos com o Programa MenteInovadora, da Mind Lab, que estimula a criatividade, a capacidade analítica, a resiliência, a autoconfiança e outras habilidades socioemocionais que preparam os alunos para os desafios contemporâneos.

Do 3o ao 5o ano do Ensino Fundamental, nosso aluno participa da experiência da A.M.I. (Avaliação das Múltiplas Inteligências), uma metodologia de Harvard que ajuda a mapear os diferentes tipos de inteligência, indicando quais são as habilidades mais aguçadas e quais podem ser potencializadas.

Nas aulas de Culinária, eles têm a oportunidade de criar, experimentar, aprender com a própria experiência. Encaramos o “erro” como parte do processo de aprendizagem, o que deixa o nosso aluno mais confiante e seguro em suas novas descobertas.

Nossos alunos são constantemente estimulados a inovar e buscar soluções para os desafios do dia a dia. A Maratona Hackathon, inspirada nos conceitos de Design Thinking e no Pensamento Computacional, contribui para desenvolver habilidades de comunicação, raciocínio lógico e trabalho em equipe, por exemplo.

Nossa Escola mantém contato próximo com as famílias, que também são envolvidas nas atividades que inspiram a criatividade. No último Dia das Mães, cada aluno recebeu um kit para organizar um delicioso piquenique em família, incluindo os biscoitos que eles mesmos prepararam e um presente personalizado para a mãe.

Por que, afinal, a criatividade é tão importante?

A criatividade é uma das competências socioemocionais previstas na BNCC, que propõem o desenvolvimento do aluno como um cidadão completo, emocionalmente preparado para as relações pessoais e profissionais. Assim, desenvolver a criatividade é fundamental para a aprendizagem dentro e fora da sala de aula, fazendo o aluno pensar em soluções inovadoras para os desafios presentes e futuros.

A cada atividade, seja na Educação Infantil ou no Ensino Fundamental, nossos professores buscam novas abordagens pedagógicas, despertando o interesse daqueles que são “nativos digitais” e aprendem por meio da experiência. O resultado são alunos ainda mais motivados para aprender, com autoconfiança, espírito colaborativo e empreendedor.

Com isolamento social, é hora do ensino à distância e alunos se adaptam

Computadores, tablets e celulares já foram apontados como vilões da atenção à aula, mas são os principais aliados de algumas escolas particulares no período em que o isolamento social é sugerido para evitar a proliferação do novo coronavírus.


Doença, que já fechou escolas em pelo menos 102 países, interferiu diretamente no primeiro semestre do ano letivo brasileiro, obrigando escolas a se esforçarem para manter o assunto em dia.


Segundo a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), mais de 776,7 milhões de crianças não estão nas salas de aula. Na cidade de São Paulo, Maísa Santos Gomes, que trabalha em casa, pratica isolamento social com as duas lhas em idade escolar desde a última segunda-feira (16).


Leia também: Coronavírus: Metade dos alunos no mundo está sem aula, diz Unesco
A mais velha, Katarina, que está no sexto ano do ensino fundamental, estuda no Colégio Internacional Ítalo Brasileiro e acompanha as aulas pelo computador em horários iguais aos que acompanhava dentro de sala de aula. A mais nova, Olívia, está no Jardim II e teve as atividades habituais da escola reformuladas para o período dentro de casa.


Agora, a professora de Olívia envia mensagens em vídeo com explicação de atividades e manda recados. A rotina diferente foi apresentada à criança com entusiasmo pela escola e pela família, sendo recebida de forma animadora.


“Ela acorda já perguntando se tem atividade na agenda eletrônica, acha o máximo ver o vídeo da professora explicando”, narra Maísa.


Com a matéria em dia e o tempo da escola sendo ocupado com educação dentro de casa, o desafio agora é arrumar tempo para matar as saudades virtuais das colegas de classe.


“Elas sentem falta da presença das amigas nos intervalos porque agora só conversam por vídeo, mas pelo menos o objetivo está sendo cumprido e a matéria dada. Como mãe, estou impressionada”, conta.


A diretora pedagógica do Colégio Cláritas, no qual Olívia estuda, explica que uma das funções das atividades repassadas aos alunos é manter o vínculo entre escola e criança.

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